PESQUISA ACADÊMICA

Projetos de Pesquisa

Projetos

A produção aqui divulgada tem origem nos projetos A POÉTICA DA MENTE MUSICAL: IMAGINAÇÃO, SENTIDO E COGNIÇÃO INCORPORADA (dedicado à semântica cognitiva da música) e PERFORMANCE MUSICAL: ASPECTOS COGNITIVOS E PEDAGÓGICOS (dedicado ao campo da prática musical), este desenvolvido em parceria com a Dra. Midori Maeshiro (professora associada da EM-UFRJ).

Disciplinas e Sessões do CMPC

Os cursos de Cognição Musical ministrados no Programa de Pós-Graduação em Música da EM-UFRJ e as reuniões do Grupo de Pesquisa COGNIÇÃO MUSICAL EM PROCESSOS CRIATIVOS (CMPC) são atividades acadêmicas associadas à produção gerada pelos projetos de pesquisa desenvolvidos e retroalimentam esses projetos.

PROJETO DE PESQUISA vinculado à Linha de Pesquisa Poéticas da Criação Musical, da área de Processos Criativos do Programa de Pós-Graduação em Música da Escola de Música da UFRJ. Projeto central de uma das linhas de pesquisa desenvolvidas pelo Grupo de Pesquisa Cognição Musical em Processos Criativos (CMPC).

DESCRIÇÃO: O projeto trata de teoria: uma teoria do entendimento musical fundada na argumentação especulativa de como fazemos música ter sentido. Portanto não se abordam modelos teóricos acerca dos processos de tratamento “da matéria sonora” (tais como algorítmicos, seriais, fractais ou oriundos da chamada teoria pós-tonal), que visam à produção de padrões organizacionais discrimináveis que não implicam ainda o ato de formar enquanto realização de acontecimentos musicais. O objetivo do projeto é a investigação dos processos imaginativos que condicionam o surgimento dos sentidos dos textos musicais no ato da escuta. Se o projeto enfoca o entendimento dos processos cognitivos que geram os sentidos das experiências dos indivíduos no mundo, assume o desafio de estudar a cognição espacial, um tópico central dos estudos contemporâneos em ciências cognitivas. Somos no espaço e a pesquisa neste âmbito tem perguntado como o espaço é percebido, processado, representado, comunicado. Mas qual a relação entre espaço, cognição e escuta musical? Música é uma experiência que nos impõe uma experiência radical de abstração, pois, mesmo que habitualmente vinculemos os sons a coisas materiais, a realidade sônica da música estabelece, insistentemente, sua autonomia de mundo sem matéria, constituído para além dos sons. Assim, construímos mentalmente uma realidade virtual para a música, uma abstração de realidade objetiva e espacial, e o método das ciências cognitivas enacionistas oferece suporte promissor. OBJETIVOS: O objetivo geral do projeto é a ampliação da discussão acadêmica em torno do sentido e da forma musicais. Tendo em vista as descrições linguísticas de nosso entendimento musical, os objetivos específicos do projeto estão comprometidos com a determinação daqueles padrões de abstração: (1) de movimento, que nas expressões linguísticas dão origem à proposição de verbos; (2) de forma, representadas nas expressões linguísticas por objetos e complementos; e (3) de intenção, cuja origem é identificada na sintaxe linguística pela atribuição do sujeito. Defendemos que os movimentos, as formas e as intenções que aprendemos a experimentar na interação com o fluxo musical são a base experiencial da constituição dos sentidos da música. Todavia, as abstrações formais ocupam, assim entendo, o centro do sistema, constituindo, especificamente, o que reconhecemos como sentidos da música. Resultam da interação de padrões de abstração de movimentos, enquanto affordances do fluxo musical, e padrões de abstração de intenções, que identificam a mente particular situada que experimenta este fluxo. MÉTODO: O programa metodológico do presente projeto inclui: entrevistas e questionários aplicados a músicos e não músicos; desenvolvimento de procedimentos e protocolos de coleta de dados em diversas situações de escuta musical; programas de observação e testes orientados, mediante registros videofonográficos; e avaliação e formulação de modelos analíticos dedicados à apreensão e ao tratamento de parâmetros qualitativos e quantitativos das expressões linguísticas descritivas do entendimento musical.

EQUIPE: Marcos Nogueira (Coordenador), Julio Merlino (Doutor, 2015-2019), Willian Fernandes (Doutor, 2015-2019), Eduardo Biato (Doutorando, 2016-2020), Nilo Mello (Doutorando, 2018-2022).

A poética da mente musical: imaginação, sentido e cognição incorporada

Performance musical: aspectos cognitivos e pedagógicos

PROJETO DE PESQUISA vinculado à Linha de Pesquisa Práticas Interpretativas e seus processos reflexivos, da área de Processos Criativos do Programa de Pós-Graduação em Música da Escola de Música da UFRJ. Projeto central de uma das linhas de pesquisa desenvolvidas pelo Grupo de Pesquisa Cognição Musical em Processos Criativos (CMPC).

APRESENTAÇÃO E OBJETIVOS: Partindo da premissa de que toda experiência musical é essencialmente performática, a pesquisa regulada pelo presente projeto terá como questões de origem: (1) como seus resultados poderão contribuir com a inovação e o desenvolvimento da performance musical e da sua prática pedagógica?, e (2) que modelos metodológicos poderão oferecer as condições necessárias à obtenção de dados e ao seu tratamento como recursos-chave para a construção de conhecimento na subárea? O referencial teórico aqui considerado estará especialmente apoiado nos recentes avanços das chamadas ?ciências cognitivas incorporadas?, que suportará a ampliação da discussão acadêmica em torno do conhecimento (1) da performance musical, dos objetos da performance musical, da expertise musical e da pedagogia da performance musical, enquanto referências de delimitação teórico-metodológica; e, mais particularmente, em torno (2) do ato da performance, enquanto foco de investigação e contexto de aplicação de resultados, visando contribuir com o desenvolvimento da produção artística e científico-pedagógica neste âmbito temático. Os objetivos específicos envolvem, em linhas gerais, o aprofundamento de questões em torno: da leitura musical; da memória musical; dos processos emocionais; da incorporação da performance (tanto como condição sensório-motora do intérprete-executante quanto como fundamento do entendimento musical e da construção interpretativa); da autorregulação e planejamento do estudo; da expressividade e da comunicabilidade entre o sujeito da performance e o público por ele visado; do processo de formação e da aquisição de expertise do músico de performance; da eficácia das relações competência/repertório e competência/cena; e do desenvolvimento de estratégias metodológicas para a superação de problemas de concentração e motivação para a performance. REFERENCIAL TEÓRICO E MÉTODO: O paradigma teórico da incorporação da mente, consolidado nos anos 1990, estabeleceu o marco divisório que deu início a uma explosão de pesquisas seminais em torno do movimento corporal e de suas consequências no entendimento da experiência humana. Na área de música a pesquisa acadêmica tem demonstrado que nossa experiência cotidiana dos movimentos corporais tem influência essencial no modo como performance e música serão significados. Estudar a performance sob esta ótica é desenvolver modelos inovadores que desviem o foco de extração de dados da partitura e de um mapeamento de hipóteses de intenções composicionais para outro foco: o das inferências do(a) intérprete-executante em sua interação com um roteiro de instruções pré-codificadas, que lhe informa acerca de ações de performance que resultarão nos eventos componentes de um fluxo musical particular e identificável. O programa metodológico do presente projeto inclui: entrevistas e questionários aplicados a alunos, professores (que atuam em universidades e conservatórios) e intérpretes, em geral; desenvolvimento de procedimentos e protocolos de coleta de dados em situações de performance; e avaliação e formulação de modelos analíticos dedicados à apreensão e ao tratamento de parâmetros qualitativos e quantitativos da performance musical. O projeto prevê o uso de equipamentos de psicometria da avaliação psicofisiológica (respostas de condutância de pele, batimentos cardíacos, respiração e temperatura) e o desenvolvimento de parcerias com centros de neurociência que investigam a funcionalidade cerebral por meio de técnicas de neuroimageamento (EEG, NIRS, fMRI, PET). Tais recursos laboratoriais têm sido decisivos para os experimentos que envolvem observação da resposta emocional à música e às situações de performance musical, que têm alcançado grande notabilidade no grande domínio das ciências cognitivas.

EQUIPE: Marcos Nogueira (Coordenador), Midori Maeshiro (Coordenadora), Márcia Vetromilla (Doutora, 2015-2019), Leandro Soares (Doutorando, 2016-2020), Anderson Alves (Doutorando, 2016-2020), Tatiana Dumas (Doutoranda, 2016-2020), Mauro Rufino (Mestre, 2017-2020), Arthur Leppaus (Doutorando, 2018-2022), Bernardo Fantini (Mestrando, 2018-2020), João Ferrari (Mestrando, 2018-2020), Eduardo Torres (Doutorando, 2018-2022), Carlos Weidt (Doutorando, 2018-2022).

PRODUÇÃO BIBLIOGRÁFICA

Publicações

Livros

Livros e capítulos de livros acadêmicos ou pedagógicos.

Teses e Dissertações

Trabalhos finais (relatórios) de cursos de pós-graduação.

Artigos em Periódicos

Artigos publicados em periódicos científicos.

Escuta, gesto e expressão:
o papel fundante da escuta na produção sonora em performance pianística

Referência:

Nogueira, M., & Maeshiro, M. (2019). Escuta, gesto e expressão: o papel fundante da escuta na produção sonora em performance pianística. In S. A. Lima (Ed.), Performance musical em perspectiva. São Paulo: Cartago Editorial.

Resumo:

Dimensões da produção imaginativa musical: movimentos, formas e intenções

Referência:

Nogueira, Marcos. (2019). Dimensões da produção imaginativa musical: movimentos, formas e intenções. In I. Nogueira & V. F. Costa (Eds.), A experiência musical: perspectivas teóricas (Parte I). III Encontro da Associação Brasileira de Teoria e Análise Musical (pp.17–35). Salvador: Editora da UFBA (Série Congressos da TeMA).

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Por uma teoria da experiência da música

Referência:

Nogueira, Marcos. (2019). Por uma teoria da experiência da música. In I. Nogueira & V. F. Costa (Eds.), A experiência musical: teoria e praxis (Parte II). III Encontro da Associação Brasileira de Teoria e Análise Musical (pp.81–95).Salvador: Editora da UFBA (Série Congressos da TeMA).

Resumo:

Discussão baseada em artigo aceito para publicação na Revista Argentina de Musicología sob o título Por una teoría de la experiencia de la música: cuerpo, cognición y sentido (2018).

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Construyendo el sentido conceptual en música: dimensiones imaginativas y descripciones lingüísticas

Referencia:

Nogueira, Marcos. (2018). Construyendo el sentido conceptual en música: Dimensiones imaginativas y descripciones lingüísticas. En Epistemus 6(2), 109–121.

Resumen:

La contribución teórico-metodológica de las llamadas ciencias cognitivas corporeizadas fue absorbida por la investigación musical en los años 1990. A lo largo de los 20 años de desarrollo de un enactivismo musical, varios investigadores se han enfrentado al desafío de superar el modelo representativo de la tradición académica para explicar lo que le sucede a la mente cuando interactuamos con la música de manera creativa. Este artículo argumenta la validez de la hipótesis según la cual el enfoque de atención del descriptor regula las descripciones lingüísticas de su entendimiento musical. En el proceso de producir sentido, el oyente enfatiza una u otra de las dimensiones imaginativas que este estudio reconoce como categorización de movimientos, producción de imágenes formales y el establecimiento de predicados simbólicos. Además, el presente estudio sostiene que los eventos que provocan una orientación más significativa de la atención desencadenan un dispositivo cognitivo llamado respuesta de orientación que regula el enfoque de atención del oyente. Antes de esto, el desarrollo de un modelo estrictamente enactivista para la investigación de los modos de conceptualización del entendimiento musical expresada en las descripciones lingüísticas de los oyentes ofrece un acce- so sin precedentes al camino que va desde el concepto hacia los sentidos (en su mayoría inconscientes) que son aún no conceptos. Estos son los significados con los que inventamos nuestros mundos musicales antes de conceptualizar el mundo musicalmente.

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Por una teoría de la experiencia de la música: cuerpo, cognición y sentido

Referencia:

Nogueira, Marcos. (2018). Por una teoría de la experiencia de la música: cuerpo, cognición y sentido. Revista de Musicología Argentina18, 59–78.

Resumen:

La teoría de la música ha sido siempre esencialmente pluralista, interdisciplinaria y adaptativa, pero no nos legó métodos y modelos originarios de la práctica musical. A lo largo de la Modernidad, músicos y teóricos de la música procuraron explicar los procesos de producción y recepción musical fundamentados en estudios de las matemáticas, de la acústica, de la retórica, de la fisiología, siempre anclados en alguna vertiente filosófica. En torno a los años 1980 y 1990 es que la musicología pasó a enfrentar, sistemáticamente, el desafío de desarrollar modelos teóricos “residentes”, originales en el sentido de revelar y apoyarse en experiencias específicas e incluso exclusivas de nuestra interacción con la música. Como consecuencia de la superación, aún en marcha, de la alteridad de perceptor y objeto de escucha musical (la condición tradicional de objetivación de la expresión musical), la nueva condición de la ciencia de la música ha impuesto la incorporación de nuevos aportes teórico-metodológicos a la producción de conocimiento en procesos creativos musicales. Creo que el problema crucial de la discusión, en este momento, es el de la superación de la incomunicabilidad entre los “dialectos epistémicos” de la tradición estructuralista y la semántica corporeizada de la música, para poder reinaugurar este campo de investigación.

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Música e semântica incorporada: em busca de um método

Referência:

Nogueira, Marcos. (2016). Música e semântica incorporada: em busca de um método. Epistemus. No 3, Diciembre 2016, 54–70.

Resumo:

O surgimento de uma musicologia cognitiva, nas últimas três décadas, responde a forte demanda representada pela recuperação da questão do sentido musical. Em um novo cientificismo, entretanto, as práticas tradicionais de objetivação do sentido, associadas ao formalismo e, mais amplamente, a um estruturalismo musicológico, foram recusadas. Com isso a busca por novos paradigmas teórico-metodológicos constituiu o foco central dos empreendimentos acadêmicos na área. O presente estudo apoia-se especificamente em uma semântica enacionista da música, que se afasta sensivelmente do referencial conexionista de grande parte dos estudos em musicologia cognitiva desenvolvidos desde os anos 1980. Proponho investigar a superfície linguística de nossas descrições do entendimento musical, visando aos dispositivos imaginativos a partir dos quais as elaboramos. Para fundamentar esse direcionamento metodológico cotejo-o com os procedimentos da hermenêutica musical da chamada nova musicologia.

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A invenção de mundos musicais e a invenção musical de mundos

Referência:

Nogueira, Marcos. (2016). A invenção de mundos musicais e a invenção musical de mundos. In P. C. Lima (Org.), Paralaxe – I Festival de Pesquisa em Música. (pp.17-32). Salvador: Editora da UFBA.

Resumo:

Ao sintetizar os vetores que fundamentam sua teoria da composicionalidade, Paulo Costa Lima (Teoria e prática do compor I) nos ensina que ao criarmos um mundo, um mundo-obra, por meio da composição, que é interpretação de mundo, estabelecemos uma relação entre este mundo que é a obra e o mundo no qual ela se encontra. A natureza crítica da invenção musical de mundo, sua criticidade, suscita o entendimento de que esta invenção, enquanto “interpretação crítica” não pode ser tomada como mera prática, mas como ação fundada na indissociabilidade de prática e teoria. Ele observa ainda que mundo e inventor interagem pela via da reciprocidade, condição esta que modera o estabelecimento de um campo de escolhas, o jogo entre ideias e atos compositivos. No presente artigo pretendo discutir o que entendo ser a principal motivação da histórica inconsistência metodológica da pesquisa acerca dos atos de invenção de mundos musicais, atos estes que ao constituírem tanto os textos musicais—escritos e sonoros—quanto as obras musicais— produtos da interpretação-execução dos textos—nos revelam os modos pelos quais seus autores têm um mundo e o reinventam, continuamente, com sua música. Justifico a discussão chamando atenção para o caráter de essencialidade dos processos criativos para o campo de investigação musical, que vem nos exigindo um novo esforço “científico” em busca do entendimento mais objetivo desses processos para a consolidação de uma musicologia crítica que abranja composição, performance e teoria da música como área científica na atualidade. 

Resposta de orientação musical: uma hipótese para a origem do dispositivo de sentido

Referência:

Nogueira, Marcos. (2016). Resposta de orientação musical: uma hipótese para a origem do dispositivo de sentido. Música Hodie, vol. 16, n. 1, 54–70. Goiânia: Universidade Federal de Goiás – UFG.

Resumo:

A neurociência cognitiva já nos oferece significativos indícios de que a função básica do cérebro é prever o futuro. Fazemos isto projetando coerente e simetricamente sentidos constituídos nas memórias de trabalho e de longo-prazo, a partir do que nos preparamos para novas experiências. Pretendo argumentar que a música é uma radicalização da experiência de previsão, sem o que não há sentido nem música. E a complexidade do ato da escuta musical implica uma multiplicidade de modos de abstração que regularão o que será percebido pelo ouvinte como relevante. O artigo propõe a hipótese de que o dispositivo cognitivo que dispara o processo de entendimento da música é o que poderíamos chamar resposta de orientação musical, associado ao conceito de novidade. 

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Uma teoria cognitiva do efeito estético musical

Referência/Reference:

Nogueira, Marcos. (2015). Uma teoria cognitiva do efeito estético musical. Revista Brasileira de Música, vol. 28, n. 2. Rio de Janeiro: PPGM/ Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.

Resumo/Abstract:

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Forma musical: um projeto inconcluso

Referência/Reference:

Nogueira, Marcos. (2015). Forma musical: um projeto inconcluso. In A. F. Corrêa (Org.), A mente musical em uma perspectiva interdisciplinar (pp. 49–96). Brasília: Editora Universidade de Brasília – UnB.

Resumo/Abstract:

Perspectivas de um formalismo musical enacionista

Referência/Reference:

Nogueira, Marcos. (2015). Perspectivas de um formalismo musical enacionista. In I. Nogueira (Org.), O pensamento musical criativo: teoria, análise e os desafios interpretativos da atualidade (pp.147–165). Salvador: Editora da UFBA (Série Congressos da TeMA).

Resumo/Abstract:

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O ato da escuta e o entendimento da música como forma

Referência/Reference:

Nogueira, Marcos. (2014). O ato da escuta e o entendimento da música como forma. Percepta – Revista de Cognição Musical, vol. 2, n. 1, 85–108. Curitiba: Associação Brasileira de Cognição e Artes Musicais – ABCM.

Resumo/Abstract:

Música na carne: o caminho para a experiência musical incorporada

Referência/Reference:

Nogueira, Marcos. (2014). Música na carne: o caminho para a experiência musical incorporada. Música em Contexto, ano viii, n. 1, 92–119. Brasília: Universidade de Brasília – UnB.

Resumo/Abstract:

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A cibercultura e seus novos rituais

Referência/Reference:

Nogueira, Marcos. (2013). A cibercultura e seus novos rituais. Pesquisa e Música, vol. 12/13, 23–33. Rio de Janeiro: Conservatório Brasileiro de Música – CBM-CEU.

Resumo/Abstract:

Semântica cognitiva: do processo criativo à musicologia

Referência/Reference:

Nogueira, Marcos. (2012). Semântica cognitiva: do processo criativo à musicologia. In M. A. Volpe (Org.), Teoria, crítica e música na atualidade – Série Simpósio Internacional de Musicologia da UFRJ (pp. 273–282). Rio de Janeiro: PPGM/ Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.

Resumo/Abstract:

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A experiência do som como fundamento da pesquisa semântica em música

Referência/Reference:

Nogueira, Marcos. (2011). A experiência do som como fundamento da pesquisa semântica em música. ouvirOUver, vol.7, n. 2, 290–306. Uberlândia: UFU.

Resumo/Abstract:

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O viés emocional da expressão musical

Referência/Reference:

Nogueira, Marcos. (2011). O viés emocional da expressão musical. Música Hodie, vol. 11, n. 1, 43–65. Goiânia: Universidade Federal de Goiás – UFG.

Resumo/Abstract:

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A semântica do entendimento musical

Referência/Reference:

Nogueira, Marcos. (2010). A semântica do entendimento musical. In B. Ilari & R. C. Araújo (Orgs.), Mentes em Música(pp. 35–61). Curitiba: Editora da Universidade Federal do Paraná – UFPR.

Resumo/Abstract:

Condições de um formalismo musical contemporâneo

Referência/Reference:

Nogueira, Marcos. (2010). Condições de um formalismo musical contemporâneo. Música em Perspectiva, vol. 3, n. 2, 111–137. Curitiba: Universidade Federal do Paraná – UFPR.

Resumo/Abstract:

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A semântica do entendimento musical

Referência/Reference:

Nogueira, Marcos. (2009). A semântica do entendimento musical. In B. Ilari & R. C. Araújo (Orgs.), Mentes em Música(pp. 37–64). Curitiba: Deartes/Universidade Federal do Paraná – UFPR.

Resumo/Abstract:

Da ideia à experiência da música

Referência/Reference:

Nogueira, Marcos. (2009). Da ideia à experiência da música. Claves, n. 7, 7–22. João Pessoa: Universidade Federal da Paraíba – UFPB.

Resumo/Abstract:

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Comunicação em música na cultura tecnológica: o ato da escuta e a semântica do entendimento musical

Referência/Reference:

Nogueira, Marcos. (2004). Comunicação em música na cultura tecnológica: O ato da escuta e a semântica do entendimento musical. (Tese de Doutorado). Rio de Janeiro: ECO/ Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.

Resumo/Abstract:

Dos sons à imagem da música

Referência/Reference:

Nogueira, Marcos. (2003). Dos sons à imagem da música. Brasiliana, vol. 15, 2–9. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Música – ABM.

Resumo/Abstract:

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O imaginário metafórico da escuta

Referência/Reference:

Nogueira, Marcos. (2003). O imaginário metafórico da escuta. Semiosfera – Revista de Comunicação e Cultura. Ano 3, n. 4–5 (s/p). Rio de Janeiro: ECO/ Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.

Resumo/Abstract:

Música como desrealização: sobre o real, o imaginário e o ato da composição

Referência/Reference:

Nogueira, Marcos. (2001). Música como desrealização: Sobre o real, o imaginário e o ato da composição. Revista Brasileira de Música, vol. 22, (pp. 23–38). Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.

Resumo/Abstract:

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Condições de interpretação musical

Referência/Reference:

Nogueira, Marcos. (1999). Condições de interpretação musical. Debates, 3, 57–80. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO.

Resumo/Abstract:

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Música e ficção: introdução a uma estética da recepção musical

Referência/Reference:

Nogueira, Marcos. (1996). Música e ficção: Introdução a uma estética da recepção musical (Dissertação de Mestrado). Rio de Janeiro: Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO.

Resumo/Abstract:

PRODUÇÃO BIBLIOGRÁFICA

Publicações

Trabalhos em Anais

Artigos publicados em anais de eventos científicos.

Prefácios e Apresentações

Textos publicados como prefácio ou apresentação de livros.

Outros

Variados.

Espacialidade e sentido musical incorporado: a mediação da linguagem

Referência:

Nogueira, Marcos. (2019). Espacialidade e sentido musical incorporado: a mediação da linguagem. Anais do XIV Simpósio Internacional de Cognição e Artes Musicais – SIMCAM 14 (pp. 185–194). Curitiba: Associação Brasileira de Cognição e Artes Musicas.

Resumo:

A partir do advento das pesquisas experimentais em cognição incorporada, foi possível verificar empiricamente que os processos sensório-motores, quais sejam a orientação e a prontidão do corpo para agir no espaço, condicionam e regulam os modos de conexão dos conteúdos cognitivos, permitindo assim que a mente transcenda o espaço. É desse modo que o pensamento abstrato é inelutavelmente conectado às funções sensório-motoras e, assim, à estrutura espacial das interações do corpo no mundo. Cumpre advertir para a anterioridade das experiências de “ocupação” do espaço — sensório-motoras — em relação às experiências de “conceituação” do espaço — simbólicas. O presente trabalho está ancorado à hipótese de que a hegemonia espacial em nosso sistema perceptivo e cognitivo está fundamentada no fato de que o indivíduo retém e prioriza os sentidos espaciais — descartando a formação de outros possíveis tipos de sentido —, porque a objetividade espacial oferece à memória um desempenho mais rápido e preciso. Parece que nossas estratégias cognitivas ao usarmos esquemas espaciais de memória para entender o mundo são processos sistemáticos de redução da complexidade descritiva do ambiente. Assim sendo, entendo que para atribuirmos “materialidade” aos objetos musicais e assim construirmos os sentidos incorporados da música, é preciso, antes, reduzirmos a densidade do meio sonoro, possibilitando a apreensão do fluxo musical em modalidades coexistentes e interagentes de coerência configurativa. Reconheço tais processos como: 1) a categorização de eventos sonoros distintivos na forma de “movimentos”; 2) a atribuição de relações “formais” estilıśticas, a partir do reconhecimento de invariâncias, recorrências e contrastes de padrões; e 3) a percepção de dinâmicas de “tensão”, relacionadas a aspectos inconscientes ou conscientes de diversas funções mentais.

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Dos objetos-notas na construção do sentido musical: a insuperável pregnância do efeito harmônico na experiência formal da música de tons

Referência:

Nogueira, Marcos. (2018). Dos objetos-notas na construção do sentido musical: A insuperável pregnância do efeito harmônico na experiência formal da música de tons. Anais do XXVIII Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música(s/p). Manaus: Universidade Federal do Amazonas.

Resumo:

O presente estudo enfoca a pregnância do conteúdo tonal dos fluxos sonoro-musicais na construção do sentido musical no ato da escuta. Tem por objetivo justificar a importância da investigação dos processos cognitivos que determinam tal pregnância, enquanto condição do desenvolvimento de uma semântica cognitiva para a música. O âmbito teórico que circunscreve a argumentação apresentada é o das ciências cognitivas incorporadas, que se entende oferecer os recursos necessários à superação do paradigma musicológico tradicional da semântica formalista.

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Constructing the Conceptual Meaning in Music: imaginative Dimensions and Linguistic Descriptions

Reference:

Nogueira, Marcos. (2018). Constructing the Conceptual Meaning in Music: Imaginative Dimensions and Linguistic Descriptions. In Richard Parncutt & Sabrina Sattmann (Eds.), Proceedings of ICMPC15/ESCOM10 (pp. 336–340). Graz: Centre for Systematic Musicology, University of Graz.

Abstract:

The theoretical-methodological contribution of the so-called embodied cognitive sciences became absorbed by musicological research in the 1990s. Throughout the 20 years of development of a musical enactivism, several researchers have faced the challenge of overcoming the representational model of the academic tradition to explain what happens to the mind when we interact with music creatively. This paper argues for the validity of the hypothesis according to which the attentional focus of the descriptor regulates the linguistic descriptions of his or her musical understanding. In the process of producing meaning the listener emphases one or another of the imaginative dimensions that this study recognizes as categorization of movements, production of formal images, and the establishment of symbolic predicates. Moreover, the present study argues that events that elicit more meaningful orienting of attention trigger a cognitive device called orienting response which regulates the attentional focus of the listener. Before this, the development of a strictly enactivist model for the investigation of the modes of conceptualization of the musical understanding expressed in the linguistic descriptions of the listeners offers unprecedented access to the path that goes from the concept towards the meanings (mostly unconscious) that are not yet concepts. These are the meanings with which we invent our musical worlds before conceptualizing the world musically.

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A forma da tonalidade: um conceito e uma técnica revisitados

Referência:

Nogueira, Marcos. (2016). A forma da tonalidade: Um conceito e uma técnica revisitados. Anais do XXVI Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música – ANPPOM (s/p). Belo Horizonte: Universidade Estadual de Minas Gerais – UEMG.

Resumo:

O artigo aborda a implausibilidade da prática tonal como aplicação sistemática e propõe seu entendimento como técnica. Discute as evidências que relacionam a experiência tonal às restrições impostas pela memória humana, o que coloca a percepção de tonalidade e a produção de sentido tonal na condição de respostas aprendidas por repetição e condicionamento. Como resultado, assume que a prática “tonal” pós-romântica adota os mesmos procedimentos da tradição, visando à construção de coerência no discurso tonal.

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O sentido do inesperado: resposta de orientação em música

Referência:

Nogueira, Marcos. (2016). O sentido do inesperado: Resposta de orientação em música. Anais do XII Simpósio Internacional de Cognição e Artes Musicais (pp. 587–595). Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande de Sul – UFRGS.

Resumo:

O presente trabalho coloca em discussão a aplicabilidade do conceito de resposta de orientação em lugar do conceito de surpresa, como ponto de partida do desenvolvimento de um modelo de investigação do processo de construção do sentido musical. O referencial teórico central do artigo é um conjunto de publicações em torno do modelo “cognitivo-evolucionário da surpresa”, proposto no final do século passado por pesquisadores alemães filiados ao contexto conexionista da ciência cognitiva contemporânea. Enfatiza a necessidade de distinguirmos “surpresa” de “reação de sobressalto” (startle reaction) e de “reação de orientação” (orienting response). Defendo a pertinência de uma releitura do modelo em questão sob a ótica da ciência cognitiva incorporada, visando à discussão de uma teoria da reação de orientação musical fundada na hipótese de que esquemas cognitivos regulam não só a identificação dos eventos mais significativos para o entendimento musical, como também os modos de construção do sentido, a partir de sua atualização na interação de mente e objeto atual da escuta.

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A performance emocional do corpo: o que o corpo nos diz acerca da performance musical

Referência:

Nogueira, M., & Maeshiro, M. (2016). A performance emocional do corpo: O que o corpo nos diz acerca da performance musical. Anais do XIV Colóquio de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Música da UFRJ, (vol.2, pp. 237–243). Rio de Janeiro: PPGM/ Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.

Resumo:

A investigação sobre como a música pode induzir emoções tornou-se, nas últimas duas décadas, um campo de notável relevância em psicologia e neurociência cognitivas. Parte significativa da justificação desse campo de pesquisas está relacionada às evidências de vinculação da experiência emocional da música de performance com a modalização daquilo que denominamos expressão musical. O presente trabalho objetiva discutir os pressupostos e a hipótese geradora de pesquisa acerca da expressão musical, pontuando, particularmente, as questões relacionadas ao toque pianístico como origem da expressão relacionada à realidade sonora da música para este instrumento. Concluímos apresentando as bases de elaboração da hipótese de pesquisa que enseja protocolo experimental que vem sendo desenvolvido para investigar os resultados de dois tipos de toque no controle expressivo da performance pianística. 

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O conceito de função e o sentido musical

Reference:

Nogueira, Marcos. (2016). O conceito de função e o sentido musical. Anais do XIV Colóquio de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Música da UFRJ, (vol.2, pp. 131–136). Rio de Janeiro: PPGM/ Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.

Abstract:

O entendimento da forma musical a partir de uma semântica cognitiva

Reference:

Nogueira, Marcos. (2015). O entendimento da forma musical a partir de uma semântica cognitiva. Anais do XI Simpósio Internacional de Cognição e Artes Musicais (pp. 130–139). Pirenópolis: Universidade Federal de Goiás – UFG.

Abstract:

Sobre a fundamentação da pesquisa em processos criativos: a natureza perceptiva da comunicação em música

Reference:

Nogueira, Marcos. (2013). Sobre a fundamentação da pesquisa em processos criativos: A natureza perceptiva da comunicação em música. Anais do XXIII Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música – ANPPOM (s/p). João Pessoa: Universidade Federal da Paraíba – UFPB.

Abstract:

Mediações simbólicas e entendimento musical

Reference:

Nogueira, Marcos. (2012). Mediações simbólicas e entendimento musical. Anais do XI Colóquio de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Música da UFRJ (pp. ) Rio de Janeiro: PPGM/ Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.

Abstract:

A contribuição da metáfora conceitual para a semântica da música

Reference:

Nogueira, Marcos. (2011). A contribuição da metáfora conceitual para a semântica da música. Anais do XXI Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música – ANPPOM (pp. 1834–1839). Uberlândia: Universidade Federal de Uberlândia – UFU.

Abstract:

Música como comunicação de percepções

Reference:

Nogueira, Marcos. (2010). Música como comunicação de percepções. Anais do X Colóquio de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Música da UFRJ, (pp. ). Rio de Janeiro: PPGM/ Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.

Abstract:

Metáforas de movimento musical

Reference:

Nogueira, Marcos. (2009). Metáforas de movimento musical. Anais do XIX Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música – ANPPOM (pp. 757–760). Curitiba: Universidade Federal do Paraná – UFPR.

Abstract:

O mapeamento da metáfora conceitual e o esquematismo em música

Reference:

Nogueira, Marcos. (2009). O mapeamento da metáfora conceitual e o esquematismo em música. Anais do V Simpósio Internacional de Cognição e Artes Musicais (pp. 154–167). Goiânia: Universidade Federal de Goiás – UFG.

Abstract:

Perspectivas de uma estética do entendimento musical

Reference:

Nogueira, Marcos. (2009). Perspectivas de uma estética do entendimento musical. Anais do V Simpósio Internacional de Cognição e Artes Musicais (pp. 34–44). Goiânia: Universidade Federal de Goiás – UFG.

Abstract:

Compondo com uma semântica do entendimento

Reference:

Nogueira, Marcos. (2007). Compondo com uma semântica do entendimento. Anais do XVII Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música – ANPPOM (s/p). São Paulo: Universidade Estadual Paulista – Unesp.

Abstract:

Incorporando a mente musical

Reference:

Nogueira, Marcos. (2007). Incorporando a mente musical. Anais do III Simpósio Internacional de Cognição e Artes Musicais (pp. 336–342). Salvador: Universidade Federal da Bahia – UFBA.

Abstract:

Imaginação e sentimento na composição do texto e da interpretação musicais

Reference:

Nogueira, Marcos. (2006). Imaginação e sentimento na composição do texto e da interpretação musicais. Anais do VI Colóquio de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Música da Escola de Música da UFRJ (pp. ). Rio de Janeiro: PPGM/ Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.

Abstract:

Semântica do entendimento musical: o viés comunicacional

Reference:

Nogueira, Marcos. (2006). Semântica do entendimento musical: O viés comunicacional. Anais do XVI Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música – ANPPOM (pp. 868–872). Brasília: Universidade de Brasília – UnB. ISSN: 1983-5973.

Abstract:

O ato da escuta e as metáforas de evento musical

Reference:

Nogueira, Marcos. (2005). O ato da escuta e as metáforas de evento musical. Anais do XV Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música – ANPPOM (pp. 25–33). Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.

Abstract:

Sobre uma semântica do entendimento musical

Reference:

Nogueira, Marcos. (2004). Sobre uma semântica do entendimento musical. Anais do V Colóquio de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Música da Escola de Música da UFRJ (pp. 27–32). Rio de Janeiro: PPGM/ Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.

Abstract:

Emoção e criação na educação musical

Reference:

Nogueira, Marcos. (2004). Emoção e criação na educação musical. Anais do XIII Encontro Anual da Associação Brasileira de Educação Musical – ABEM (s/p). Rio de Janeiro: Conservatório Brasileiro de Música (CBM)/ Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).

Abstract:

A memória que forma musicalmente

Reference:

Nogueira, Marcos. (2003). A memória que forma musicalmente. Anais do XIV Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música – ANPPOM (pp. 25–33). Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS.

Abstract:

Experiência temporal e memória na composição musical

Reference:

Nogueira, Marcos. (2002). Experiência temporal e memória na composição musical. Anais do III Colóquio de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Música da Escola de Música da UFRJ (pp. 35–41). Rio de Janeiro: EM-UFRJ.

Abstract:

A estética do intencional: os produtos da composição musical

Reference:

Nogueira, Marcos. (2001). A estética do intencional: Os produtos da composição musical. XIII Encontro Nacional da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música – ANPPOM (pp. 316–321). Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG.

Abstract:

Composição musical: texto, sinal e sentido

Reference:

Nogueira, Marcos. (2000). Composição musical: Texto, sinal e sentido. Anais do II Colóquio de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Música da Escola de Música da UFRJ (pp. 42–48). Rio de Janeiro: PPGM/ Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.

Abstract:

Os atos de fingir na composição musical

Reference:

Nogueira, Marcos. (1999). Os atos de fingir na composição musical. Anais do I Colóquio de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Música da Escola de Música da UFRJ (pp. 44–48). Rio de Janeiro: PPGM/ Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.

Abstract:

Forma musical e discursividade

Reference:

Nogueira, Marcos. (1999). Forma musical e discursividade. Anais do XII Encontro Anual da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música – ANPPOM (s/p). Salvador: Universidade Federal da Bahia – UFBA.

Abstract:

Elementos de uma estética da recepção musical

Reference:

Nogueira, Marcos. (1996). Elementos de uma estética da recepção musical. Anais do IX Encontro Anual da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música – ANPPOM (pp.245–250). Rio de Janeiro: Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO.

Abstract: